Beleza.

Beleza.

domingo, 24 de maio de 2015

Saudade.

Meu coração solitário encontrou
o amor no brilho de tuas pupilas.
Hei de pagar meu tributo a Deus
por esta dádiva maravilhosa.

Vou sorver o cálice fatal
que eleva até as estrelas,
ou hei de morrer aos pés
do amor insopitável e tenaz.

Pois não existe meia medida
nas coisas do amor supimpa.
Ou morre-se inane diante
da paixão que agoniza.

Ou eleva-se até o céu infinito,
 no qual fadas e arcanjos espalham
 a flor do amor de Deus por
 todos os astros do universo.

O carro do tempo carregou
tudo em seu giro eternal,
tudo passou, foi-se para
o perpétuo nada de sempre.

Mas meu coração não muda,
ele pulsa por teu amor distante.
Devo rir ou chorar, minha querida?
A saudade que me mortifica.

Diga meu tesouro, minha querida!
Devo abençoar ou amaldiçoar
aquele inolvidável dia, no qual
Deus trouxe você à minha vida?

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