Beleza.

Beleza.

terça-feira, 30 de junho de 2015

Minha doçura.

Doçura de meu coração,
minha alma está presa
à tua ternura dulcificante,
rebento de tua beleza.

Não posso fugir a isto.
Estou condenado a vagar
para sempre no caminho
espantoso de tua ternura.

Palmilhei passo a passo
a estrada maravilhosa,
a qual conduz às plagas
felizes dos anjos celestes.

Caminhei pelos caminhos
espinhosos da saudade.
Sorvi o cálice tormentoso
e delicioso da paixão.

Agonizei mil tormentos
sob o tacão da dor flagelante,
a qual é o porto final de
todos os viajantes apaixonados.

Mil vezes tentei desfazer
o nó fatal do amor que me
prende a ti, mil vezes caí
sob a magia de tua beleza.

Guardei para ti o tesouro
de meu amor, doçura de
meu coração. Para ti vai
minha maior alegria.

Para ti vou escrever
meu melhor poema, com
a tinta mágica dos sonhos
até  o  meu último dia.

domingo, 7 de junho de 2015

Por ela...

Por ela eu caminho na espinhosa estrada
do tempo e suplanto a minha saudade.
Por ela eu venço os dragões da agonia
que devoram minha alma e me torturam.
Por ela eu arrasto sob o peso de minha
solidão, minha eterna companheira.
Por ela eu desafio todos os monstros
que assombram a humanidade há séculos.
Por ela eu vou ressuscitar a criança
interior, morta e enterrada dentro de mim.
Por ela vou chamar todos os anjos da corte
de Deus para que acolham minha alma.
Por ela hei de sorver o cálice sagrado
do amor que diviniza e extasia.
Por ela vou sofrer o tormento delicioso
da paixão que enlouquece ou santifica.
Por ela vou penetrar nos umbrais
do mistério sublime do amor eterno.
Por ela vou palmilhar a estrada colorida
e maravilhosa dos sonhos luminosos.
Por ela tudo hei de sofrer, tudo hei de
suportar, tudo hei de esperar sorrindo.
Ah! Tesouro do meu coração, Ah! Beleza
de minha alma. Ah! Meu encanto!
O destino me condenou. O que posso fazer?
Estou preso para sempre à alegria de te amar.